Olá! Gostaria de compartilhar com vocês e propor uma discussão sobre o Cordel, além de um breve histórico do Cordel, e como sabemos há uma novela que sua música de abertura tem a estrutura de um cordel , sendo assim vou disponibilizar uma análise dessa música.
Essa análise é muito interessante, pois fala sobre a estrutura do cordel e as figuras de linguagem encontradas na música.
1. Cordel - Breve Histórico
O “folheto” é um livrinho impresso geralmente em papel-jornal, com número
de páginas sempre múltiplo de quatro, para facilitar tanto a impressão quanto a
montagem. A capa, em geral, é feita em papel um pouco mais encorpado, na maioria
das vezes colorido. É muito comum haver ilustrações na capa. Nos cordéis tradicionais,
essa ilustração era feita com a técnica da xilogravura (impressão do desenho entalhado
em madeira). Modernamente, encontram-se desenhos e mesmo fotos ilustrando as capas
das narrativas.
Historicamente, a origem do cordel remonta, segundo alguns estudiosos, ao fim
da Idade Média na Europa, séculos XV e XVI. Em Portugal, nossa fonte direta, teria
atingido seu apogeu entre os séculos XVI e XVIII. Neste caso, os textos podiam ser em
verso ou prosa, com temática variada, embora houvesse forte tendência para a narrativa
de aventuras, como “Carlos Magno e os Doze Pares da França”, ou “A Princesa
Magalona”, por exemplo.
Algumas das temáticas abordadas nos folhetos de cordel de caráter ficcional
remetem a narrativas ancestrais que já percorriam a Europa desde a Idade Média. Exemplo disto são os que têm aventuras de cavalaria como tema central.
Espero que essa postagem desperte o interesse de vocês quanto a esse tema, que nos vem da literatura portuguesa e hoje faz parte da nossa
Análise da música: http://www.professorjuscelino.com.br/analisemusical/
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